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(Source: maisdosenhor, via allstarsujo)

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TANTAS VEZES…

(via please-be-true)

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"É impressionante como a gente pode causar estragos, mesmo tendo boas intenções."
Pretty Little Liars.  (via voceeumapartedemim)

(Source: euciumento, via please-be-true)

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"Todo mundo morre, mas nem todo mundo vive!"
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I hope so…

I hope so…

(via incertacerteza)

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"Sinto mais do que demonstro. Sei mais do que aparento."
Renato Russo.  (via azul-banana)

(Source: enttreaspas, via b-reaker)

Hoje estava pensando em você, e dessa vez lhe dei um rosto conhecido. Um lindo e encantador rosto conhecido. Sabe, se este fosse mesmo o seu rosto se cumpriria em minha vida aquele ditado novo que rola em todas as redes sociais: “Deus não demora, Ele capricha”. Se você tivesse aquele rosto, acompanhado daquele sorriso e toda aquela simpatia de pessoa mais perfeita do mundo seria “O Capricho”. Isso me deixaria muito feliz, mas acho meio impossível de acontecer.

O que vou fazer? Nada, claro! Deixa a coisa rolar. Vai que ele não é você e eu quebro a cara de novo, já estou cansada disso, mas quando você aparecer trate de vir bem caprichado, por favor!

E onde quer que você esteja e quem quer que você seja, tenha uma boa tarde e saiba que a simples esperança de que você exista em algum lugar já me deixa feliz!

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"Chegava batendo palma, “ô dona, uma comidinha caseira, a senhora se incomoda, não?” “Não tem não moço, se acabou”. E na casa seguinte, repetia a ladainha, aquela velha historinha enquanto ouvia o ronco da barriguinha: “ô dona, uma comidinha caseira, a senhora se incomoda, não?” , e repetia, repetia, implorava, com os vermes lhe comendo a pele, repetia. Até finalmente, que o prato vinha, quentinho, o tempero de cada casa, o cheiro…. Então mo mocinho se aliviava, os olhos fechados na fome agoniada. Comia calado e devagar, degustava, sentia “pode ser no prato de papelão, se tiver, eu sou catador, cato eu mesmo, a senhora que não se incomode mais do que eu já lhe aborreço”, “custa nada não, moço, ia dar pra cachorra mesmo, pode comer, só não me venha todo dia e não me peça dinheiro, que dinheiro é coisa pouca, na vida simples”, “não se apoquente, dona, é só a sua iguaria pra amaciar a ruindade do meu ventre, lhe agradeço muito, olhe que está muito bom, a senhora sabe lidar com o gênio ruim do fogão”, e comia de cabeça baixa, o respeito dos humildes. Fazia isso sempre que podia, gostava mesmo era do feijão feito de jeito diferente, do arroz branco, amarelo, soltinho, empapuçado, gostava de ver o que vinha no modo inesperado como a mãe dá o alimento à família, ele que família não tinha, que mãe não conhecia, cheirava as verduras, sorvia o suco das carnes, bebericava o refresco de manga, de laranja, de limão, queria tocar a comida com as mãos, mas se envergonhava, o cheiro do alho, da cebola, do manjericão, dava vontade de lamber os dedos, e lambia, satisfeito, agradecido a Deus Nosso Senhor, o fato de haver tanta família boa no mundo, o gosto pela comidinha caseira, de quem cresceu na rua e casa nunca teve, e entedia o que era uma pelo prato que segurava na mão, mesmo que feito fosse, de papelão. Tocava-lhe tanto aquela generosidade alheia, aquele toque de mão que lhe entregava a comida, que lhe permitia continuar em seus atos de sofrer, pedir, jamais se apetecer. Até que, finalmente, os vermes que lhe comiam por dentro, pudessem de dentro dele sair, encontrar outro corpo pobre para devorar nessa imensidão…"

I. (via neverforgetthiss)

:’)

Sabe…. eu estou um pouco triste ainda, eu sempre coloco esperança demais e acabo me machucando… Já não deveria doer mais, já se repetiu tantas vezes… mas o fato é que ainda dói e eu queria muito que não doesse, pois incomoda e fere ainda mais a autoimagem já arranhada por tantos enganos. Isso só me enche de medo, cada dia mais de que nunca eu encontre alguém, sabia que isso era bem possível de acontecer, mas no fundo ainda tinha uma esperancinha de que daria certo, não deu… agora é fechar pra balanço de verdade e não esperar mais nada. Eu conheço a regra de cor, só não consigo colocá-la em prática…. Mas um dia eu acerto…